sexta-feira, 28 de setembro de 2012

16x02 - REUNION part 2

Segundo episódio da nossa 16ª Temporada
Kerry Weaver continua sua jornada, EUA adentro, para produzir um documentário especial sobre seus colegas no County General. Ela acabara de topar com Susan Lewis, que está no que seria a PIOR situação de sua vida. E ainda faltam Abby, Luka, Benton, Carter...

previously, on ER: Weaver inicia um documentário sobre seus anos no County e começa a entrevistar ex-colegas. A viagem ao passado começou na visita à casa de Carol e Doug, além de Elizbath. Isso levou o trio a se lembrar dos últimos dias de Mark. Depois, por sorte, o carro de Weaver é atingido em cheio por Susan Lewis...

...
16x02 - REUNION - PARTE 2
...

CENA 1 - LOCAL DA BATIDA
Passaram-se alguns minutos desde a batida provocada por Susan. Ela e Weaver agora esperam pelo guincho local, sentadas no capô do carro alugado por Kerry. Não muito distante, a equipe do documentário faz a checagem dos equipamentos.

Kerry está confusa com o ocorrido. Foi atingida em cheio, mas é bom ver a colega. Já Lewis está envergonhada com o que aconteceu...
Susan: Me desculpe...
Weaver: Tudo bem... - massageando o próprio pescoço
Susan: Eu... eu estava com a cabeça em outro lugar. Me desculpe mesmo.
Weaver: Tudo bem... Vamos dizer que isso foi obra do destino.
Susan: Como assim?
Weaver: Você nem vai me perguntar o que faço aqui em Iowa? - olhando pra Lewis
Susan: Oh meu Deus! - se tocando agora - Kerry, o que você faz aqui?
Weaver: Minha nossa... - sorrindo - Você está com alguma concussão pra só perceber isso agora?
Susan: Eu... Eu estava mais preocupada com a batida. - sai do capô e passa a ficar de frente pra Kerry - Mas agora que você... mencionou... o que diabos está fazendo aqui?
Weaver: Eu vim ver você.
Susan: Estou lisongeada. - dando um lindo sorriso - Mas por que?
Weaver: Ehr... Estou fazendo um documentário sobre alguns colegas que conheci no County. - chama a atenção de um dos câmeras e pede pra ser filmada com Lewis - Você é meu próximo convite.
Susan: Próximo convite? Quer dizer que já começou a chamar o povo? Que legal!

Lewis salta de alegria e Kerry estranha a reação da colega... Enquanto isso, um dos câmeras se prepara pra iniciar a gravação.

Weaver: Ehr... Sim. Já falei com Doug, Carol... - fazendo cara de quem vai espirrar - falei com a Carol nessa manhã e...

Kerry espirra forte. E sai um pouco de sangue de sua narina esquerda.
Susan: Ai... - de maneira preocupada se aproxima de Kerry - Você quebrou o nariz?
Weaver: Acho que não...

Kerry levanta a cabeça e Susan começa a apalpar sua face procurando por fraturas, enquanto o câmera se aproxima pra iniciar as gravações. É quando Weaver percebe algo importante... Ela aponta pro câmera de forma autoritária e apenas no olhar proíbe que ele filme qualquer coisa. O homem resolve se afastar e Kerry volta suas atenções pra Susan, que ainda não terminou de checar fraturas... Weaver então, meio perplexa, meio furiosa, resolve perguntar:
Weaver: Susan, você está bêbada?
Lewis interrompe a checagem, dá alguns passos pra trás...e com um sorriso sonso confirma que sim.

Weaver sai do carro e as duas começam a conversar, se afastando da equipe técnica.
Weaver: Susan, você está bêbada?! - Kerry queria gritar, mas não podia
Susan: Só um pouco. - envergonhada
Weaver: Olha o que você fez - apontando para os carros - Você poderia ter matado alguém.
Susan: Eu sei. Falha minha. Foi mal...
Weaver: "Foi mal"? - rindo ironicamente
Susan: Não está sendo um bom dia, tá legal? Eu acabei de ser demitida.
Weaver: Isso não interessa. Não é desculpa pra... - percebe o que acabara de ouvir - Você foi demitida?!
Lewis coloca as duas mãos nas costas e confirma timidamente com um gesto de cabeça.
Susan: Sim...
Weaver: Da faculdade?
Susan: Sim... - confirmando com a cabeça.
Weaver: Por que? Como você foi demitida de um cargo acadêmico?
Susan: Me pegaram transando com Chuck na sala da aula.
Weaver: O que?!

Lewis fecha o olho direito, encara Weaver timidamente com o esquerdo, serra os dentes e com uma careta típica de "fiz besteira" mostra que mesmo bêbada e careteira, continua tendo um belo sorriso
Weaver: Uau! - perplexa - Você estava bêbada e transou com Chuck na sala?
Susan: Não. Eu estava sóbria, transei com Chuck na sala e alguns pais e alunos me pegaram no flagra, fui demitida... daí fiquei bêbada.
Weaver: Pais te flagraram... - fechando os olhos, botando a mão na cabeça e não sabendo por onde começar - Susan... O que diabos te deu na cabeça? Como isso aconteceu?
Susan: Bem, a sala estava vazia e eu escrevia uns relatórios quando Chuck chegou com rosas...
Weaver: Rosas? Vocês não tinham terminado?
Susan: Sim. Mas a gente termina todo mês.

Kerry encara Lewis comicamente reprovando a amiga. Susan volta a fazer a careta, agora mordendo a ponta do polegar.
Weaver: Então... vocês transaram.
Susan: Falando assim até parece errado.
Weaver: Ehr...
Susan: Okay, okay. - gesticulando com as mãos - foi errado!
Weaver: Se você diz...
Susan: Isso foi ontem. Era nosso aniversário de casamento.
Weaver: Estou começando a ver um padrão aqui... vocês não se casaram bêbados em Vegas?
Susan: Posso contar?
Kerry deixa escapar uma risada. Ela até que está gostando da história.
Susan: Bom saber que gostou de minha tragédia pessoal.
Weaver: Desculpe. - interrompendo o sorriso
Susan: Enfim... - também sorrindo - Chuck veio com aquela ladainha, não tinha ninguém na sala - gesticulando bastante - conversa vai, conversa vem... começamos a transar em cima de minha mesa.
Weaver: Não precisa fazer mímica disso.
Susan: Desculpe. - interrompendo o vai-e-vem do quadril
Weaver: Sem problema.
Susan: Bem... eu estava deitada na mesa, com minhas pernas nos ombros de Chuck, que estava em pé na minha frente quando cerca de 30 alunos e seus pais começaram a entrar na sala.
Weaver: Ai meu Deus... - quase rindo
Susan: Era um dia de... Sei lá! Pai na faculdade. Eu tinha esquecido. Aí quando eles desciam as escadas da sala, me viram com Chuck.
Weaver: Cena perfeita.
Susan: Eu sei. - muito irônica - Houve risada, grito, e choro. Quem mais chorou foi eu, aliás. Aí fui mandada pra casa, me chamaram pra uma reunião hoje... não sou mais da Universidade de Iowa.
Weaver: Sinto muito.
Susan: Tudo bem. Eu não gostava de lá mesmo.
Weaver: Mesmo?
Susan: Mentira. - abaixando a cabeça e desabando com os ombros - Eu amava aquele lugar. Pagava muito bem e todos os alunos eram tarados por mim.
Weaver: Hein?
Susan: Tipo, isso ajuda na estima. Todo o time de futebol tinha uma queda por mim, e pra ser honesta, tinha uns cinco alunos alí que eu pegava fácil...
Weaver: Susan!
Lewis encara a colega e percebe que falou demais.
Susan: Desculpa. É a bebida falando.

Kerry se afasta da colega sorrindo e dá de frente com o carro.
Weaver: Isso foi muito errado, Susan.
Susan: Eu estava brincando. - se aproximando de Kerry - Não ia transar com um aluno.
Weaver: Não, falo da batida.
Susan: Ah... isso também.

Kerry olha ao horizonte e vê que o guincho está chegando. E começa a pensar com seus botões...
Weaver: Vamos ter que encobrir isso. Se descobrirem, você pode ir presa.
Susan: Obrigada...
Weaver: Não me agradeça. É que preciso de você pra entrevista. - vai falar com os técnicos - Se dependesse de mim, você passava uma semana na cadeia.
Susan: Bom saber...


entra a abertura de ER
fanfic de Thiago Sampaio

CENA 2 - AEROPORTO DE IOWA CITY
Kerry está sentada em uma das cadeiras do aeroporto, conferindo sua bagagem e pegando seus documentos.
Weaver: Bem, a passagem em Iowa foi mais rápido que a encomenda. Infelizmente não conseguimos captar em vídeo, mas acabamos trombando com minha amiga Susan Lewis. Que está aqui conosco.
A câmera se vira e mostra Susan, do lado de Kerry, dando um grande sorriso e acenando pra câmera.
Weaver: Ehr... - ainda envergonhada pela colega - Com ela, já são quatro. Agora vamos pegar mais dois. Neela e Ray.
Susan: Neela e Ray? - com "cara de nojo"
Weaver: Como?
o câmera coloca as duas em foco
Susan: Como assim Neela e Ray?
Weaver: Ehr... Vamos pra Batton Rouge e fazer um convite pros dois.
Susan: Eu não quero ir pra Batton Rouge. - encarando Weaver
Weaver: Certo. Você fica e eu vou. - encarando Susan

As duas se encaram, sem falar ou ao menos piscas uma pra outra...
Susan: Vamos pra Boston ver Abby e Luka.
Weaver: Ehr... Depois nós vamos. Mas uma nevasca fechou o aeroporto de lá.
Susan: Que besteira...
Kerry se preparava pra se levantar, quando Susan pega em seu braço.

Susan: Sério... É um documentário sobre sua passagem no County. Seus colegas. E se me lembro bem, Neela mal tinha se formado quando você tomou a chefia de Romano.
Weaver: "Tomei a chefia de Romano"?
Susan: Desculpe. É a bebida falando.
Kerry coloca a mão esquerda no rosto. Está morta de vergonha por Susan.
Susan: Tipo, não seria melhor trazer gente mais relevante do tempo que você era médica? Além do mais, Ray era um incompetente. Que história interessante ele teria pra contar?
Weaver: Bem, ele perdeu as pernas e agora é o responsável pelo departamente de reabilitação física em uma clínica.
Susan: Ray teve as pernas amputadas?!
Weaver: Yep.
Susan: Ótimo. Agora me sinto uma vadia criticando ele...
Weaver: Ou-kaaaay...
Kerry se levantava quando Susan a agarrou novamente.

Susan: Kerry, Kerry. Sério... Você me disse que tem até o fim de semana pra fazer isso.
Weaver: Exato. Por isso preciso ser rápida.
Susan: Então olha pra mim... Vamos deixar Batton Rouge pra lá. Ray e Neela? Sério? Vamos chamar Abby e Luka, encerramos os pedidos de Chicago, daí se... só SE tivermos tempo, você convida eles dois.
Weaver: O que você tem contra Ray e Neela?
Susan: O que você tem a favor?!
Weaver: Ehr... Está falando sério?
Susan: Sim. Ou então, se for o caso, a gente pode convidar um monte mais de gente. Vamos pra China convidar a Chen ou pra Polônia ver a Bob.
Weaver: Tudo bem, já entendi. Você me convenceu. Não precisa listar mais ninguém. Principalmente Malucci.
Susan: Quem é Malucci?

CENA 3 - VÔO 332
Kerry está sentada em seu acento. Do lado está Susan, fazendo a dançinha da vitória.
Weaver: Já chega, não Susan?
Susan: O que? - rindo de alegria
Weaver: Nós já estamos indo pra Boston. Não precisa continuar me convecendo.
Lewis sorri alto.

Nesse momento, a aeromoça chega com o carrinho de alimentos.
aeromoça: O que a senhora quer pra beber?
Susan: Whisky.
Weaver: Ai...
aeromoça: Quantas pedras de gelo?
Susan: Puro. Assim vem mais bebida. - sorri mostrando todos os dentes da boca - Tem canudinho?
Weaver: Sério, Susan?
Susan: O que? A vida é uma criança. - muito feliz

A aeromoça entrega o copo com a bebida pra Lewis. Enquanto ela toma o whisky de canudinho e fazendo um barulho irriante, Weaver coloca as duas mãos no rosto e balança a cabeça em negação.


CENA 4 - CARRO ALUGADO, BOSTON
É início de noite em Boston, capital de Massachusetts. Como há uma passageira a mais, o modelo do carro teve que ser outro. Kerry agora dirige pelas ruas de um lindo bairro residencial em uma cabine dupla, com Susan, de óculos escuros, no banco do carona. Os câmeras estão atrás delas, com o técnico de aúdio no meio e estão fazendo a gravação... Apesar de Lewis falar mais do que devia.
Susan: Ê ressaca...
Weaver: Susan, quantas vezes preciso te dizer que estamos sendo gravadas?
Susan: Quem liga? - se vira de frente pros câmeras - Bati o carro quando tava bêbada. Quem liga? - se voltando pra frente - Negócio que tô com uma ressaca braba...
Weaver: Ótimo. Mais material pra ser cortado na edição.
Susan: Se você tivesse me deixado beber mais um pouco no avião...
Weaver: Um copo de whisky já não tinha sido o suficiente?
Susan: Não. Agora tô de ressaca.
Weaver: Isso é pra aprender a não fazer besteira na sala de aula...
GPS do carro: vire à direita
Susan: Como essa coisa sabe pra onde estamos indo?
Weaver: Eu... Eu programei.
Susan: Uau... A tecnologia não é impressioante?
Weaver: Susan, já te falei que é um imenso prazer ver você novamente?
Susan: Não Kerry. - ficando mais feliz - Eu digo o mesmo.
Kerry sorri, balançando a cabeça não acreditando na situação surreal que está vivendo.

CENA 5 - CASA DOS KOVAC
A cabina dupla para em frente à casa dos Kovac. É simples, mas imensa. Uma cerquinha branca delimita seu jardim da rua e das casas vizinhas. Há um caminho de pedras que conduz até a entrada da casa, passando pelo gramado verde e bem conservado. O único sinal de bagunça é nos brinquedos infantis, espalhados por todos os lados.
Weaver: Parecem bem de vida, né?
Susan: Bom pra eles...
As duas desviam dos brinquedos de Joe a cada passo. A equipe de gravação ficou esperando no carro...

Weaver toca a companhia da porta. De lá de dentro, é posível ouvir alguém dizendo pra esperar. Não se passa muito tempo até Abby abrir a porta....
Weaver: Boa noite.
Lockhart muda de expressão rápido. Ela abre a boca, meio que esbugalha os olhos e dá um contido grito de alegria.
Abby: Meu Deus, o que estão fazendo aqui?
As três dão abraços apertados uma nas outras, enquanto que Abby as convida pra entrar.
Weaver: Estávamos de passagem e resolvemos fazer uma visita.
Abby: Conta outra. - sorrindo - Ignorem a bagunça. Sintam-se a vontade.

A casa por dentro parece até ser modesta... mas é aconchegante. E se havia muitos brinquedos espalhados lá fora, eles dominam mais ainda na sala. Abby, vestindo um avental verde do Massachusetts General Hospital, recolhe alguns brinquedos do chão enquanto direciona Susan e Weaver até o sofá.
Weaver: Bem, na verdade estou fazendo um documentário.
Lockhart vai até a cozinha jogar os brinquedos por lá... e como estão distantes uma da outra, meio que falam gritando:
Abby: Querem alguma coisa pra beber?
Weaver: Não, obr...
Susan: SIM!
Weaver: Não, obrigada!
Kerry encara Susan como se fosse uma mãe proibindo a filha de fazer algo. Lewis não gosta e faz cara de birra.
Abby: Ehr... Um documentário? - ainda da cozinha
Weaver: Sim! Estou reunindo uns colegas e - Abby volta da cozinha, então Kerry fala num tom mais baixo - e.. estou reunindo alguns colegas de meu tempo para fazer as gravações.
Abby: Mm... Certo. - sentando-se no sofá ao lado - Quando é a gravação?
Weaver: Agora.
Abby: Agora? - sorri de surpresa - Não sei se vou poder. Tenho uma reunião com a diretoria do hospital em... - olhando o relógio - duas horas. Cheguei do trabalho faz quase uma hora - mostrando o uniforme do PS - mas ainda nem tive tempo de tomar banho. Na verdade, eu vou junto com o Luka, que tem plantão duplo hoje. Só estou esperando ele sair do chuveiro...

Lewis vira o rosto de maneira bem sorrateira, abaixa os óculos com os dedos médio e indicador da mão esquerda e encarando o andar de cima, fala de maneira sedutora.
Susan: O croata tá tomando banho?
Kerry dá um tapa na nuca de Susan:
Weaver: Sobre o que é a reunião?
Abby: Ehr... - tentando ignorar o tapa dado por Kerry e a reação cômica de Susan que colocou uma mão na nuca e parece sentir dor de cabeça- Sim. E é por um bom motivo. - fala orgulhosa - Eu estou pra ser promovida à Chefe de Emergências.
Weaver: Que ótimo. - bastante feliz - Bom saber disso.
Abby: Obrigada.
Weaver: Ehr... Bem, sinto muito por ter aparecido assim. É que eu estva usando do fator surpresa...
Abby: Tudo bem. Mas se quiser marcar pra outro dia, estamos livres.
Weaver: Bom mencionar isso. Que tal fim de semana em Chicago?
Abby: Como?

Antes que Weaver pudesse responder, Luka desce as escadas, já vestido para ir ao trabalho. E se surpreende ao ver as colegas.
Kovac: Kerry? Susan? - sorrindo
Susan: Oi... - sem ânimo pra se levantar
Weaver: Olá, grandão.
Kerry segue até Luka e abraça o colega.
Kovac: O que estão fazendo aqui?
Abby: Ehr... Um documentário.
Kovac: Como? - surpreso

Kovac e Lokhart sentam-se lado a lado no sofá de três lugares. Weaver retorna pra sua poltrona e Lewis continua enfiada na sua, morta de dor de cabeça, quase não interagindo na conversa.
Abby: Kerry está... fazendo gravações com antigos colegas.
Weaver: Exato. Estou com uma equipe de gravações aqui fora, mas... Abby falou que estão ocupados.
Kovac: Isso mesmo. - orgulhoso e apertando a perna da esposa - Dra. Lockhart aqui está prestes a virar Chefe do PS do hospital.
Weaver: Ela já me contou... meus parabéns.
Abby: Não é nada...
Kovac: Como nada? Kerry, você precisa vê-la no trabalho. Todos os residentes preferem tirar dúvidas com ela, as enfermeiras a respeitam... e nenhum atendente se mete no caminho dela.
Abby: Isso ajuda quando você é mulher do Diretor do Hospital.
Kovac: Bem...
Weaver: Opa, opa, opa. Você é Diretor do Hospital? - feliz - Quando isso aconteceu?
Kovac: Foi há três meses. O antigo Diretor morreu num acidente de helicóptero e eu assumi.

Weaver esbugalha os olhos de espanto.
Kovac: É verdade.
Abby: Tipo... o helicóptero não caiu em cima dele.
Kovac: Ele tava viajando e... caiu.
Weaver: Ow, se foi assim...
Kovac: Era uma boa pessoa. Que Deus a tenha...
Weaver: Amém.
Kovac: Ehr... Querida? - olhando pro relógio
Weaver: Ow, me desculpe.
Abby: Não, não. É que...
Weaver: Eu entendo perfeitamente. Só preciso de uma confirmação de vocês: o que acham de ir até Chicago nesse fim de semana?
Kovac: Como?
Weaver: Tudo pago pela emissora. Pretendo fazer a gravação com todos no PS do County.
Kovac: Nesse fim de semana? Não sei...
Abby: Luka, parece ser uma boa idéia.
Weaver: Já conversei com Elizabeth e ela topou. Susan também, se bem que até lá ela precise tomar soro.

Lewis está com a cabeça enconstada no ombro esquerdo, completamente jogada na poltrona.
Susan: Eu ouvi isso.
Weaver: Bom! Foi minha intenção!
Susan: Não precisa gritar... Abby, Luka, tem algum drink pra me oferecer?

Todos ficam em silêncio encarando Susan.
Abby: Ehr... Não.
Susan: Como não? Que diabos de casa é essa que não tem um pingo de álcool?
Novos momentos de silêncio... Até que Lewis se toca, vira a cabeça em direção pra Abby, retorna a olhar pro vazio de novo, e sem tirar os óculos escuros resmunga:
Susan: Foi mal...

Lockhart faz biquinho apontando pra Susan e pergunta pra Kerry:
Abby: Ela está mesmo bem?
Weaver: Ela está ótima! E a gravação? Como fica?
Abby: Ehr...
Weaver: Convidei Doug e Carol. Acho que vocês se lembram de Carol.
Kovac: Carol?
Abby: Mm... Mais ou menos.
Kovac: Carol confirmou que vai? - feliz
Abby: Hey, que alegria besta é essa? - ironicamente
Kovac: Ehr... nada, ué.
Weaver: Sim. E acredito que muita gente mais vai. E como vocês furaram de ir conosco na inauguração do Centro Carter, tem que ir nessa reunião.
Abby: Ow, me desculpe por aquilo. Joe quebrou o braço.
Kovac: É. Tinhamos até comprado a passagem, mas... ele caiu da escada e se machucou.
Weaver: Eu lembro. Mas mesmo assim, tem que ir dessa vez.
Kovac: Certo...
Weaver: Confirmado? - dando a mão pra fechar o negócio
Kovac: Ehr... - timidamente dando a mão - Okay, por que não?
Weaver: Ótimo! - apertando a mão de Luka
Abby: Vai que posso chegar lá me gabando por ser uma Chefe do PS.
Kovac: Metida. - irônico
Weaver: E você não se gabaria de ser o Diretor do Hospital?
Kovac: Talvez só um pouquinho? - sorrindo

Todos se levantam, menos Susan, que parece desmaiada no sofá, e começam a se despedir.
Abby: Sinto por não dar pra fazer a gravação hoje...
Weaver: Não tem problemas. O importante é que vão. - dando o cartão - Estejam em Chicago no sábado. Liguem pra esse número e peçam autorização pras passagens.
Abby: Ótimo. Agora é só ver se levamos Joe ou deixamos ele com uma babá.
Lewis salta do sofá:
Susan: Meu Deus!

Todos se assustam com a reação inesperada de Susan. Lá está ela, de óculos escuros, boquiaberta, cabelos despenteados e pés levemente separados, enquando fica em pé, como se tivesse tomado o maior susto da vida. O trio de colegas a encara, até ela colocar as mãos na cabeça e gritar:
Susan: Esqueci o Cosmo com a babá!

Aí ela sai correndo, abre a porta da sala e se manda.

Os três observam em silêncio enquanto Susan corre feito uma desesperada. Passam-se 15 segundos, com todos olhando pra ela, até Abby perguntar:
Abby: O que ela tá fazendo? Indo pro aeroporto a pé?
Weaver: Eu acho que ela pretende ir até Iowa a pé...
Kovac: Ehr... Eu dou uma carona pra ela até o aeroporto.
Weaver: Não, eu faço isso.. Tenho mesmo que pegar um avião...
Já bem distante, ouve-se um grito de Susan:
Susan: Cosmoooo!
Weaver: Graças a Deus que em vôos diferentes.

Todos os três sorriem. Weaver se despede pela última vez e fecha a porta da sala.

O casal Kovac se olha sorrindo. Gostaram do convite. Até Luka acordar pra realidade:
Kovac: Banho! - apontando pro chuveiro
Abby: Já tô indo!
Lockhart corre até a escada, mas... para no meio do caminho, volta, e puxa Luka pelo braço, que é arrastado pela esposa até o banheiro.
Abby: Vem comigo. - feliz
Kovac: Mas eu já tomei banho...
Abby: E daí?

O casal sobe sorrindo...

E do lado de fora, Weaver grita por Susan enquanto entra na cabine dupla.

CENA 6 - NORTHWESTERN HOSPITAL, CHICAGO
Já é a manhã do dia seguinte e Weaver está em Chicago, no hospital Norhwestern, no saguão da cirurgia. Fica em silêncio até ver um rosto conhecido do outro lado do setor:
Weaver: Cleo?
A Dra. Finch vira o rosto ainda meio confusa...
Cleo: Kerry?
A pediatra estava levando um paciente, deitado na maca, até a sala de cirurgia.
Cleo: Que surpresa. O que faz aqui?
Weaver: Vim ver você e Benton...
Cleo: Ehr... - meio confusa
Weaver: Estou fazendo um documentário. Passei na casa de vocês e me disseram que estavam trabalhando.
Cleo: Ow, certo. - tentando ser simpática - Que tipo de documentário?

Entra Benton, vindo de dentro de uma das salas e prestes a começar uma operação:
Benton: Dra. Weaver...
Weaver: Olá, Benton.
Os dois se abraçam amistosamente...
Benton: Corday me deu um alerta. Disse que você talvez passasse aqui.
Finch faz cara de enfezada. Benton percebeu.
Weaver: Aquela dedo-duro... Ela te falou do documentário?
Benton: Claro. Vai ser nesse domingo? Estamos dentro.
Cleo: Que documentário?
Benton: Ehr... Eu não te falei?
Cleo: Não... - bastante fria - Você não me conta muito sobre suas conversas com Elizabeth Corday.

Peter fica sem reação, mas a encara com certa raiva. Cleo nem pisca e Weaver começa a se sentir desconfortável no meio da briga do casal...
Weaver: Ehr... É um documentário que farei nesse fim de semana.
Cleo: Certo...
Weaver: Vamos até o County com uma equipe de gravação e vamos falar sobre a medicina de anos atrás. E meu anos no County... E os colegas que conheci.
Cleo: Vocês já não fizeram isso em abril? Na inauguração do Centro Carter?
Weaver: Ehr...
Cleo: O que me lembro é de não receber nenhum convite pra sair naquela noite. - se volta pra Benton, ainda sem piscar - É por que Elizabeth estava lá?
Benton: Ai, meu Deus... - ficando furioso
Weaver: Certo... - desconfortável - O convite está feito. Cleo, Benton, meu cartão...

Kerry estende o cartão e demora que Peter o pegue, mas sem tirar os olhos de Cleo, que também o encara. Weaver dá alguns passos pra trás, se vira e deixa os dois sozinhos
Benton: O que foi isso?
Cleo: Como o que foi isso? Eu não fiz nada...
Benton: Precisava ser tão mal educada com uma colega minha?
Cleo: Eu não fui mal educada! Você que é um sem noção.
Peter prefere não responder...
Cleo: E você não vai nessa gravação.
Benton: Até parece que não vou!
Os dois começam a ter uma séria discussão pública nos corredores do hospital:
Cleo: Você não vai, porque você sabe que se for, vai ficar todo meloso pra cima de Corday!
Benton: Ela é uma amiga!
Cleo: Ela é uma ex-namorada que está solitária desde que ficou viúva!

Benton se aproxima de Cleo com muita raiva, mas apenas o que faz é apontar a cara dela com seu indicador e forçar os músculos de seu maxilar... Então ele bate com os calcanhares e vai embora.
Cleo: Espere! - Benton pára - Você ainda tem que cuidar desse paciente.
Peter retorna e quando estava próxima de Finch, ela joga a ficha médica, que ele quase derruba.
Cleo: Ele tem que operar a fimose.
E Finch vai embora.

O garoto de 14 anos, deitado na maca, assitiu a toda discussão e não deixou de notar a cara de raiva de Peter. Cheio de medo, ele pergunta para o cirurgião:
paciente: Será que eu... posso trocar de médico?

CENA 7 - AMBULANCE BAY, COUNTY GENERAL
Kerry já se encontra frente a frente do hospital onde trabalhou por quase 12 anos. E novamente, como tem que pedir autorização para a direção local, pede para a equipe de gravação esperar. E eles vão comer no Jumbo Mart.

Uma ambulância segue rumo até a entrada de emergências. Lá estão Gates e Sam, se peparando pra receber um paciente:
Gates: Isso não é verdade!
Sam: Conta outra. Até parece que Sarah não é a fim do Alex.
Gates: Olha, nada contra o Alex, ele é um garoto legal e o adoro, mas... Não!
Sam: Como assim não?
Um ajuda o outro a colocar a bata estéril:
Gates: Seria... esquisito. Os dois são irmãos agora.
Sam: Não ainda.
Gates: Tecnicamente! Só em alguns meses, eu sei, mas... São nossos filhos. Eu não quero isso. É bizarro.
Sam: É mesmo um pouco bizarro, né?
os dois se encaram dando bastante risada...

A ambulância chega e Zadro informa sobre o paciente, depois que Tony abre as portas:
Zadro: Neal Baer, 55 anos, vítima de bala perdida durante um tiroteio em Halsted, atingido no abdomem.
Sam: Que azar... Perda de sangue.
Zadro: Menos de um litro. A bala ficou alojada e o paciente desmaiou depois de 10MS.
Gates: Vitais?
Os três conduziam o paciente até a sala de Trauma, quando Sam vê Weaver:
Sam: Dra. Weaver? - surpresa
Weaver: Oi, Sam.

Todos agora são acompanhados por Kerry, enquanto Zadro passa os sinais vitais:
Zadro: Ehr... 12x7, pulso em 110.
Sam: O que faz aqui?
Gates: Dra. Weaver, é um prazer em revê-la, mas... Sam, o paciente?
Sam: Claro. - começa a ascultá-lo
Weaver: Posso acompanhar vocês até lá dentro?
Gates: Claro.

CENA 8 - ER
Todos passam pela triagem, não muito cheia, e quem estava com a maca acelera o passo, deixando Weaver pra trás:
Sam: Dra. Weaver, vamos levá-lo até a sala de trauma... Nos vemos depois!
Weaver: Certo.
Gates: Chamem um cirurgião e peçam unidades de O negativo...
E os três se distanciam.

Kerry segue rumo até a entrada da recepção. É um dia calmo. O quadro de pacientes não está cheio, Jerry está de costas pra recepção chupando um pirulito e lendo uma revista, enquanto que Brenner atravessa o corredor acompanhado de uma comitiva de residentes, que cruzam o caminho de Weaver em direção às macas alojadas do lado da recepção:
Brenner: E qual o diferencial para dor no peito? Daria.
Daria: Ehr... - procurando num caderno de anotações
Brenner: Tarde demais. Tracy.
Tracy: Angina, infarto do miocárdio, estenose aórtica...
Brenner: Daria.
Daria: Cardiopatia hipertrófica - se enrolando com o caderno - Gases?
Brenner: Isso foi uma pergunta?
Daria: Ehr...
Julia: E se não for o coração? Pode ser uma embolia pulmonar ou um pneumotórax
Brenner: Muito bem, Dra. Wise. Alguém aqui se incomodou de observar o raio-x?
Daria: Ehr... - procurando no caderno
Brenner: Daria, pelo amor de Deus, larga esse caderno!

Weaver observa o movimento e gosta do que vê. Principalmente dos novos detalhes em madeira em alguns móveis do PS... Ela então segue rumo até o balcão e fica próxima de Jerry, que está lendo uma lista dos melhores dramas médicos da televisão e tem Grey's Anatomy na capa.
Jerry: Quem escreveu essa besteira?
Kerry resolve dar um susto nele, gritando ao dar um tapa na mesa:
Weaver: Hey!
Jerry: Jesus Cristo! - se levantando da cadeira e vendo Kerry - Me desculpe, Dra. Weaver. Eu prometo que não sou de fazer isso, só quando o movimento está pequeno.
Kerry o olha com certa ironia... Aí demora pra cair a ficha. E o recepcionista sorri:
Jerry: Dra Weaver!
Weaver: Oi, Jerry

Ele a abraça e sorrindo a levanta do chão.
Weaver: Calma senão você me quebra.
Jerry: Quanto tempo. - deixando ela no chão - E não é que você veio mesmo?
Weaver: Eu disse que viria.
Jerry: Como foram as visitas?
Weaver: Ótimas. Abby, Luka, Corday... Carol e Doug também vem.
Jerry: Não brinca! - sorrindo
Weaver: Bem... agora só preciso da autorização pra filmar aqui. - olhando no quadro de pacientes - Carter está aqui? Preciso falar com ele. Também preciso conversar com o chefe do PS.
Jerry: Você não conhece a Dra. Banfield?
Weaver: Não...
Jerry: Ow... - rindo Você vai amar ela.

CENA 9 - DOCTOR'S LOUNGE
Banfield: De jeito nenhum!
Cate e Kerry estão na sala de descansos do médico. A atual chefe está enchendo um copo com café enquanto recusa o pedido da ex-chefe de usar o PS como cenário de gravação.
Banfield: Isso é um PS público. Não vai poder parar pra gravação.
Weaver: E quem disse que ele vai parar? Seria até bom mostrar como ele é movimentado.
Banfield: Negativo. Não posso autorizar esse tipo de coisa em meu PS.
Weaver: Eu já fui a chefe aqui e...
Banfield: Mas não é mais.

Kerry resolve encarar Cate e respirar fundo... Banfield não sabe com quem está lidando.
Weaver: Está vendo essa mesa em que está tomando café? Antes, era onde ficava uma maca. A antiga sala dos médicos ficava onde era a triagem. Eu que planejei a reforma em 2004.
Banfield: Interessante. Ele ficou muito bonito assim. - ironicamente
Weaver: Certo... Donald Anspaugh está?
Banfield: Vai apelar pro papai?

As duas estão se odiando. E Morris entra na saleta
Morris: É verdade... Dra. Weaver! Você por aqui! - feliz
Weaver: Oi, Dr. Morris.
Archie corre em direção até Kerry e a abraça apertado.
Weaver: Urgh! Cuidado, Archie. - sorrindo
Morris: Desculpe... - dando tapas nos braços de Kerry - Então? O que Jerry contou é verdade? Vai fazer um documentário aqui?
Banfield: NÃ...
Weaver: SIM.
As duas se encaram competindo. Mas Weaver falou mais alto.

Morris: Isso é ótimo! Eu vou... vou poder dizer o quanto cresci nesse lugar. A Dra. Banfield pode confirmar: eu sou o melhor Atendente desse lugar! Claro, tirando a Dra. Banfield... E o Dr. Carter... E o Dr. Brenner... - Archie acaba percebendo que não sobrou mais ninguém - Eu tô noivo! Já te contei?
Weaver: Já. - sorrindo - Eu recebi as mensagens...
Morris: Pois é... Eu liguei pro seu estúdio umas 50 vezes. Só que você nunca estava lá e também não consegui que ninguém me passasse o telefone de sua casa. Parece até que você estava me evitando... - pegando o celular - Me diz o número de seu celular? Assim podemos conversar sempre que der... Também posso te convidar pro meu casamento! Vai ser em Abril! Tá a fim?!
Weaver: Ehr...
Archie fica encarando Kerry com aquele sorriso ingênuo e sincero que só ele pode fazer:
Weaver: Ehr... Claro, porque não? Mas... Eu não trouxe o meu celular.

Kerry então recebe uma ligação. Cate sorri discretamente. Morris faz cara de leso. E Weaver atende o celular...
Weaver: Alô... Não, ainda não temos autorização. - envergonhada.

Kerry desliga o telefone e Archie sai da sala como uma criança mal-criada. Coincidentemente, topa com Carter, que estava entrando na sala.
Carter: O que que... - nota Weaver - Hey!
Weaver: Dr. Carter...
Com certa alegria, Kerry segue até o colega e o abraça.
Carter: Que bom te ver novamente. O que faz aqui?
John vai até seu armário e prepara suas coisas. Está pra começar um turno.
Banfield: Ela acha que vai fazer um documentário aqui.
Carter: Como?
Weaver: Eu... eu VOU fazer um documentário aqui. É sobre minha passagem no County. Na verdade, sobre os médicos que conheci aqui.
Carter: Sério? Legal. Quando isso?
Weaver: Nesse fim de semana. Topa?
Carter: Por que não? - se vira pra Weaver - Quem mais vem?
Weaver: Quase todo mundo. Benton, Susan, Corday... Também falei com Abby, Luka, Carol e Doug.
Carter: Carol e Doug também vem? - sorrindo - Legal!
Weaver: Ah, John, tem uma coisa que eu queria muito contar pra você... mas teremos que esperar a gravação.
Banfield: Essa gravação não vai rolar. Sinto muito.
Weaver: Lá vem ela de novo.

Cate se encheu da petulância de Weaver. Mas quando dá dois passos pra confrontá-la, Carter se mete no meio.
Carter: Calma, calma... Cate, ela vai fazer esse documentário.
Banfield: De jeito nenhum. - falando feito diva
Carter: Ehr... Meses atrás, quando eu disse que gostaria de ficar no County... O que você me disse?
Ela não responde...
Carter: Você não disse que estava pensando em sair daqui, e eu a convenci a ficar enquanto você meio que me dava o cargo de atendente?
Banfield: Dr. Carter...
Carter: Por favor. - sorrindo - Não se leve tão a sério. Você mesma falou que estava amolecendo e prestes a sair da Chefia... Mostre que amoleceu mesmo. É só um dia de gravação. - olha pra Kerry - Vai ser só um dia?
Weaver: Não deve levar mais do que três horas.
Carter: Só três horas. - coloca o braço por cima dos ombos de Weaver - O que me diz?
Banfield: Droga... Eu preciso ir.

Ela toma rumo até sair da saleta.
Carter: Isso é um sim?
Banfield: É um talvez! - sai
[b][Weaver/i]: Hmpf. Amadora.
John sorri alto. E vai ele mesmo pegar um pouco de café.
Carter: Mas e então? Esse negócio rola mesmo?
Weaver: Eu acredito que sim... Basta saber se todos estarão aqui no sábado.

CENA 10 - AEROPORTO DE BOSTON
Passaram-se alguns dias... já é manhã de sábado e um avião vindo de Seattle acabou de chegar. Doug e Carol estão desembarcando, esperando por suas malas e prontos pra esperar o vôo da conexão, que partirá em breve pra Chicago.
Doug: Tomara que não tenha estraviado...
Carol: Não seja tão negativo.
Doug: Como não ser negativo? - sorrindo - Estamos indo prum lugar que é um posso de negatividade.
Carol: Não fala assim. - dando com os ombros no marido - Não fala assim...
Doug: Tudo bem...
Carol: Olha nosas malas. - apontando pras bagagens

Pouco depois, os dois esperam sentados nas cadeiras do terminal. Carol está lendo uma revista e Doug parece muito inquieto...
Carol: O que deu em você?
Doug: Nada... Onde é o banheiro?
Carol: Acho que lá atrás...
Doug: Eu já volto.
Ross levanta rápido.
Carol: Eu juro que se você fugir do aeroporto, vou sem você.
De longe, seu marido responde...
Doug: Só tô indo mijar! - simpático
Carol: Por que não informa isso no sistema de voz do aerporto?! - sorrindo

Ross atravessa o saguão e passa por um casal que estava esperando o mesmo avião. São Abby e Kovac.

Kovac e Lockhart esperam pelo avião que os levará até Boston, sem saber que algumas cadeiras distante deles Carol está esperando pelo mesmo vôo. 

Mas até lá, Abby está inquieta.
Abby: Quanto tempo?
Kovac: Meia hora. - lendo jornal
Abby: Já falou com Ivana? Tá tudo okay com Joe?
Kovac: A gente saiu de casa não tem nem uma hora. - ainda lendo o jornal - Tá tudo bem com ele.

Abby cruza as pernas, começa a balançar a esquerda, que está por cima da direira, e encara o marido.
Kovac: O que? - sem parar de ler o jornal
Abby: Ehr... Isso pode ser meio chato.
Kovac: Fala. - deixa o jornal do lado - O que houve?
Abby: Bem, a Kerry vai fazer umas perguntas sobre o que fazemos desde que saímos do County.
Kovac: Certo.
Abby: E se ela perguntar o motivo da gente ter saído da cidade?
Luka deixa o jornal de lado e massageia o espaço entre os olhos...

Abby: Tipo.. Eu não queria tocar nesse assunto, mas...
Kovac: Certo.
Abby: Foi tanta coisa ferrada...

Nesse momento, Doug sai do banheiro e segue até uma máquina de refrigerante que estava do lado dos Kovacs
Kovac: Podemos dizer que foi por causa de Pratt. Mudar os ares.
Abby: Não, Luka. Não vou usar o Greg pra contar uma mentira.
Kovac: Tudo bem. - vendo que fez besteira - Falha minha. Falei sem pensar.
Abby: Não, sem problema...

Ao fundo, a máquina não aceita a cédula de Doug
Abby: Mas sério, precisamos de uma resposta que seja a mesma de ambos.
Kovac: Olha... Isso não é mentita: com a morte de meu pai, eu revi minhas prioridades.
Abby: Certo...
Kovac: Aí você veio junto comigo e hoje somos líderes em Massachusets.
Abby: Isso serve.
Luka levanta a mão direita e exibe a palma pra esposa:
Kovac: Bate aqui.
Lockhart estranha.... mas resolve comprimentar o high-five do marido.
Abby: O que diabos foi isso? - rindo
Kovac: Sei lá... - rindo enquanto pegava o jornal - Achei que seria maneiro.
Abby: Você não tem mais idade pra falar "maneiro".

Ao fundo, Doug desiste da máquina e fala com o casal.
Doug: Com licença...
Kovac&Abby: Sim. ambos olham pra trás
Doug: Eu estou tentando pegar uma lata... mas a máquinha não aceita minha nota. Tem uma nota de 5 pra trocar?
Kovac: Claro.

O croata procura por uma nota de cinco em sua bolsa. Doug agradece o gesto de Kovac acenando discretamente com a cabeça, enquanto que Abby não 

consegue tirar os olhos de Doug.
Kovac: Aqui está. - entregando a nota
Doug: Obrigado.
Ross dá a sua cédula pra Kovac e quando cruza olhares com Abby, percebe que ela o estava comendo vivo. Foi bem rápido: num lapso de segundo ele 

se sentiu desconfortável, num lapso de segundo ela ficou vermelha e desviou o olhar.

Enquanto Doug voltava pra máquina, Lockhart recuperava a respiração. Kovac percebe que a mulher está agindo de maneira estranha.
Kovac: Tudo bem?
Abby: Tudo. - inspirando forte

Ross pega seus refrigerantes, acena pros Kovacs e segue caminho até sua mulher. E ainda lendo o jornal, Luka não percebe que Abby continua secando 

Doug, de cima abaixo.

Doug se senta ao lado da mulher e abre a lata de refrigerante.
Carol: Você não acabou de urinar?
Doug: Carol... Deixe-me dizer como funciona o corpo humano...

Do outro lado do saguão, Abby, que observou Doug andar até se sentar, passa a ter certeza de que conhece a mulher que está do lado dele. E cutuca o 

marido.
Abby: Luka.
Kovac: Oi. - ainda lendo jornal
Abby: Aquela alí é... - observa que ele ainda está lendo o jornal - Que diabos de matéria é essa que você está lendo?
Kovac: Como? - ainda lendo
Abby: Olha pra mim quando eu falar! - rindo
Luka dobra o jornal e olha a mulher nos olhos.
Kovac: Melhor?
Abby: Obrigada. Ehr... - apontando discretamente pros Ross - Aquele cara do refrigerante... Tá vendo a mulher com ele?
Carol está de costas.. Só é possível ver seus cabelos, que nem são mais cacheados como antes.
Abby: Eu acho que a conheço de algum lugar.
Kovac: Da escola de Joe?
Abby: Não... Eu acho que...
Hathaway vira o rosto por alguns segundos e o casal consegue ver seu perfil
Kovac: Aquela é a Carol? Do County?
Abby: Acho que sim..
Kovac: Pega suas coisas.

Doug: Acha que Haleh ainda está lá?
Carol: Com certeza...
Kovac: Carol?

Um pouco ao fundo estão o casal Kovac com suas bagagens de mão. Ao virar a cabeça, Hathaway confirmou que era ela mesma...e ainda retribuou e 

encontro com um sorriso:
Carol: Oh, meu Deeeeeeus - muito feliz
A enfermeira se levanta e dá um abraço forte em Luka. Abby acha um pouco estranha a reação... Depois recebe um abraço de Carol. Enquanto isso, 

Doug, que continuava sentado, se virou pra tentar entender a situação...

CENA 11 - ER
Um grupo de enfermeiras estão próximas de Weaver, no saguão da recepção, conversando sobre os últimos anos. Enquanto isso, ela tenta orientar os 

câmeras onde devem se posicionar. Sendo uma manhã de sábado, o movimento não é dos maiores... Mas Banfield não está gostando.
Banfield: Eu não estou gostando. - apagando nomes nos quadros de pacientes
Weaver: Não vai demorar muito, prometo. - nem olhando pra Cate
A chefe do PS sai furiosa, pisando firme.

Daw: Sim, mas e o salário?
Weaver sorri sem graça. As enfermeiras que estavam na roda xiam
Daw: Eu tô falando sério. Nem precisa dizer o valor: paga mais que aqui?
Weaver: Bem...
Haleh: Minha filha, isso não importa. Kerry, você está feliz? - pegando uma ficha de paciente
Weaver: Estou ótima. - sorrindo
Haleh: Isso é o que importa.
Haleh passa a mão no braço da colega e sai pra trabalhar
Daw: Vocês não tem senso de humor..
Chunny: Tem lugar aberto pra latinas?
Weaver: Como assim? - rindo
Chunny: Sei lá. Vai que eu posso arrasar como mulher do tempo.
Todas riem bastante.

Mas Simon chega...
Brenner: Daw, pode ajudar a Dra. Martin com uma laceração na III?
Daw: Ehr.. Sim, Dr. Brenner. - indo - Até mais, Dra. Weaver.
Weaver: Até...
Chunny: Olha, eu preciso arranjar o que fazer, se não a Banfield me come viva.
Weaver: Sério que tem esse pavor dela? - irônica
Chunny: Dra. Weaver... - pegando uma ficha médica - Comparada a você, ela não é nada... Mas ainda assim é a chefe.

Kerry sorri. Agora na recepção, próxima dela apenas Simon.
Brenner: Com licença... Dra. Weaver, não é?
Weaver: Pode me chamar de Kerry. - dando a mão
Brenner: Okay, Kerry Weaver... - cumprimentando-a - Hoje é o documentário com funcionários de sua época, não?
Weaver: Bem... falando assim até me sinto velha.
Brenner: Não.. - sorri sem jeito - É que... você conheceu Neela Rasgotra?
Weaver: Sim. Por alguns anos.
Brenner: E ela vem? - esperançoso
Weaver: Não... Infelizmente não. Acabei nem fazendo o convite.
Brenner: Ow...
O alarme da porta da triagam apita. Tem paciente novo chegando e Simon sai de fininho pra recebê-lo.

Ainda na recepção, Kerry vê Sam chegando e colocando uns prontuários no lugar. Uma sorri pra outra... e Weaver se aproxima, enquando Taggart acessa 

o pc da recepção.
Weaver: Belo anel.
Sam: Ah, isso? - mostrando o anel no anelar - É bonitinho. - feliz
Weaver: Estou feliz por você.
Sam: Obrigada.
Weaver: Apesar de achar que conseguiria coisa melhor que Gates. - brincando
As duas se olham... e sorriem uma pra outra.

CENA 12 - DOCTOR'S LOUNGE
John está arrumando suas coisas no armário. Acabou de dar plantão. Gates está preparando café e Morris está largadão no sofá, descansado.
Gates: Johnny boy.
Carter: Ehr... Sim, Gates?
Gates: Esse lance do documentáro... Só pra esclarecer... Eu não tô nele, né?
Carter: Como? - prestando mais atenção
Gates: Dra. Weaver disse que faria uma gravação com ex-colegas... Mas eu não fui convidado. E vou dar plantão durante as filmagens.
Carter: Bem...
Morris: Espera, espera, espera! - se levantando do sofá - Como é a história?
Gates: O que?
Morris: Eu também não recebi convite nenhum... e vou trabalhar até amanhã.
Carter: Bem... Achei que já tivesse se tocado.
Morris: Mas.. Não! Trabalhei com a Dra. Weaver uns três anos! E passei maquiagem!
Gates: Você o que?
Morris: Minhas sardas não ficam bem no vídeo - empinando o nariz - Eu passo um pouco de pó e fico ótimo.
Carter: Você está mesmo muito bem, Morris. - sorrindo e indo em direção à saída
Morris: Carter, fala com Weaver pra mim?
Carter: Como? - parando em frente a porta
Morris: Pergunta se eu tô dentro da filmagem...
Carter: Ehr...
Morris: Qualquer coisa, é só dizer que eu dou o tom.
Carter e Gates encaram o sonso do Morris. Sendo que Tony faz um grande bico...

CENA 13 - AEROPORTO DE BOSTON
Luka e Carol se veem muito empolgados na conversa. Abby e Doug até se sentem meio que de fora.
Kovac: Eu tinha certeza de que a Tess seria mais esperta que a Kate.
Carol: Está chamand a Kate de burra? - rindo
Kovac: Não! - sorrindo - Só que a Tess é mais sonsa... mais líder que a irmã.
Carol: Não tem como você saber disso. - bate nele com o jornal - Você só as viu bebês.

Pra não ficarem quietos o tempo todo, Lockhart e Ross resolvem se apresentar. Mesmo que ironicamente.
Doug: Doug Ross. - dando as mãos
Abby: Abby Lockhart.

Carol: Ow... Nos desculpe. - vendo os outros dois - Só estávamos nos atualizando.
Abby: Tudo bem. - sorrindo
Carol: E Abby, você está ótima.
Abby: Muito obrigada...
Carol: Viu, Luka? Eu não disse que você ia encontrar alguém?

Doug: Ehr... Espera um momento.
Luka e Carol se viram pra Doug
Doug: Colega... você foi o cara que ficou com minha esposa?
Kovac: Ehr... Como? - sorrindo sem graça
Doug: Quando eu viagei pra Seattle e ela ficou.
Kovac: Ehr...
Carol: Doug... - sem graça
Doug: Tudo bem. Ela me contou.
Kovac: Ow...
Doug: Ela não me contou que era um cara de uns 2m do leste europeu, mas tudo bem.
Kovac: Olha, me desculpe... - colocando as mãos no próprio peito - Foi uma outra fase de minha vida. Eu nunca faria isso de novo...
Doug: Relaxe. Eu tava longe mesmo.

Abby e Carol só ficam olhando os dois conversando

Doug: Agora... ela tava grávida de gêmeos, né?
O croata fica sem resposta, Carol vermelha e Abby está... até que se divertindo
Doug: Isso foi errado.
Kovac: Me desculpe...
Doug: Bem, se você ficou com minha esposa, eu acho que vou ter que ficar com a sua.
Abby: Tudo bem.

Todos os três encaram Lockhart. Especialmente Doug, que sorri sem graça enquanto coça a nuca
Doug: Ehr... eu só tava brincando...
Abby: Ow... Eu... Eu também. - muito sem graça

O sistema de voz do aeroporto pede que os passageiros pro vôo de Chicago embarquem logo. Todos pegam suas bagagens e Doug se aproxima

amistosamente de Kovac
Doug: Carol me falou de um cara que a ajudou enquanto viajei... - estendendo a mão - Muito obrigado...
Kovac: Claro... Agora vamos pro County?
Doug: Com certeza.
Os dois homens vão na frente...
Doug: Me diz uma coisa... como você conseguiu trabalhar tanto tempo com Kerry Weaver?

As duas ficam pra trás...
Abby: Homens.
Carol: Então você está a fim de meu marido...
Abby: Não!
Carol: Relexe. - sorrindo - Você é muito tensa, Abby.
Abby: Eu só... não me dou bem em situações bizarras.
Carol: Tudo bem... Ehr.. Teve filhos?
Abby: Um. Joe.
Carol: Que legal.
Abby: Mais algum além das gêmeas?

E as duas seguem conversando enquanto rumam pro avião....

CENA 14 - MÚLTIPLAS TOMADAS
[b]trilha sonora serena, cenas meio que em câmera lenta[b]
Todos estão indo até o County, pronto para as gravações.

Elizabeth está sozinha em sua fileira, olhando para a janela enquanto sobrevoa os EUA;

Susan tenta manter a calma e paciência, enquanto fica olhando pra cima e pensa em sua sorte pelo fato de dois gordos usarem seu ombro pra tirarem 

um cochilo;

Benton e Cleo brigam mais uma vez... e ele sai de casa sem ela;

Jeanie Boulet dirige seu carro até o County;

No avião que partiu de Boston, alguns assentos foram trocados. Doug fez questão de sentar do lado de Luka enquanto contam histórias sobre o County, 

gesticulando e rindo bastante, enquanto que as duas, Abby e Carol, trocam figurinhas sobre suas vidas, também bastante animadas;

Carter está colocando sua gravata e é ajudado por Weaver. Os dois sorriem... Morris observa os dois de longe, morrendo de inveja. Até que Weaver acena 

com a cabeça, pedindo pra ele se aproximar. E ela coloca um sorriso na cara de Morris quando começa a ajeitar sua gravata;

E todos pouco a pouco vão chegando no County;

Jeanie Boulet foi a primeira a chegar. E é comprimentada com um forte abraço de Weaver, Haleh e Carter;

Peter chega logo depois. Ele chegou naquele jeito sério dele, mas depois de ver quem estava lá abre um grande sorriso. Ele beija Boulet no rosto e 

precisa se "defender" dos falsos golpes de boxe que Carter fingiu aplicar nele;

Dois táxis chegam quase que simultaneamente. Um deles havia sido dividido pelos Ross e pelos Kovac. O outro era de Corday. Assim que ela é vista 

enquanto descia do carro, Luka e Abby vão até sua direção para abraça-la. Carol e Doug fazem o mesmo. De maneira tímida. Mas os três acabam 

abrindo um sorriso. As duas, Hathaway e Corday se abraçam forte, depois Doug dá um beijo longo no rosto da colega. E fala algumas palavras no ouvido 

dela. Lizzie então pega na mão de Doug e balança a cabeça confirmando seja lá o que ele disse. Depois todos pegam suas bagagens e seguem pro PS;

O local está ficando cada vez mais cheio. E cada vez mais feliz. Excessão de Banfield, que não gosta de nada da bagunça no local. Morris correu pra 

abraçar Luka e Abby. Carter, muito feliz, segue caminho até Doug e Carol. Todos se abraçam. Se desculpando pela "ignorada", Carter aperta a mão de 

Kovac, dando alguns tapas em suas costas e dá um beijo na testa de Abby. Benton e Luka balançam a cabeça timidamente, enquanto que o cirurgião, 

acompanhando de Jeanie, vai ver Doug e Carol. Depois, seus olhos brilham ao ver Corday;

Ao fundo, Weaver contempla a reunião com felicidade. É quando Susan chega fazendo a dança da vitória. Ela conhece praticamente todos que estão lá e 

é só sorrisos. Mas faz questão de encontrar Kerry e gesticular dizendo que ela não precisa se preocupar, pois não bebeu nada. Mas isso não impede 

dela pular nas costas de Doug e logo depois ser abraçada por Carol. Weaver ri de alegria descontroladamente;

Pouco depois, saindo de um trauma, Sam se une ao gupo, que é só alegria.

O mesmo serve para Jerry, as outras enfermeiras...

E antes de iniciar a gravação, Weaver procurar arrumar toda essa gente para se encaixar numa foto.

Ela entrega câmera pra Daria, que acaba tirando a foto da melhor reunião que um grupo de colegas poderia ter.

Executive Producers
Michael Crichton
John Wells
equipe previously on er

2 comentários:

  1. AMOOOOOOO esse 16x02, tipo, muito meeesmo!! hahah Amo Susan e Kerry (eu sei, eu sei, não canso de dizer isso), mas Susan bêbada é insano1 hahah
    Vem loooooogo 16x03 :D

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  2. Ah, agora descobri um jeito de comentar rsrsrs.

    Adorei o episódio e ri muito de ver como as manias de cada um foram aparecendo ao longo do texto (o jeito bobo do Morris e o biquinho do Gates por exemplo).

    Bateu uma saudade danada!

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